A Defesa Civil do Estado, através da 4ª Regional de Defesa Civil do Baixo Amazonas, continua monitorando os municípios durante este período de chuvas intensas na região. De acordo com o major Luís Cláudio Rego dos Santos, coordenador do órgão em Santarém, nenhuma cidade está em estado de alerta ainda. Contudo, o órgão se mantém vigilante nas áreas que são afetadas pela cheia neste período de inverno amazônico. Major Cláudio explica que por causa das fortes chuvas, o estado de alerta é permanente em toda a região. A Defesa Civil dá suporte complementar aos municípios, em vários aspectos e em várias fases, antes, durante ou depois de determinado evento, na prevenção ou na resposta. “Nós trabalhamos de forma sistemática e previamente definindo o planejamento que será realizado durante o inverno, que é um evento característico da nossa região. Trabalhamos com o apoio dos órgãos das três esferas: municipal, estadual e federal para que estejamos prontos para atender as emergências que surgem em determinadas épocas do ano”, disse.
Atualmente, a Defesa Civil está em contato com todos os municípios da região no monitoramento dos pontos que são afetados pela enchente. O major afirmou que até o momento, nenhum município entrou em estado de alerta. Com as fortes chuvas que caem sobre toda a região do Baixo Amazonas, o oficial explica ainda que é importante acompanhar os dados diários sobre o nível dos rios para que, em caso de uma emergência, o órgão esteja pronto para atender aos chamados. Em algumas partes do estado, a Defesa Civil promove ações preventivas.
Em Santarém, a Coordenadoria Municipal da Defesa Civil faz o monitoramento das áreas consideradas de risco, sobretudo durante as fortes chuvas. O major explicou que o órgão municipal acompanha quais os efeitos ocasionados em decorrência da elevação do nível do rio e das chuvas torrenciais que caem sobre a cidade.
A região Norte vive neste período do ano o chamado “inverno amazônico”, que traz as chuvas e cheias nos principais rios do Pará. Na temporada das águas, várias regiões enfrentam problemas como inundações, enchentes e erosão.
Para elaborar o planejamento destas situações, a Defesa Civil recebe semanalmente as previsões meteorológicas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam). A partir da análise destas informações, o comando localizado em Belém faz o comparativo com os anos anteriores para medir a possibilidade de riscos em cada área.
A partir do momento em que a Defesa Civil tem a informação de que determinada área necessita de auxílio, toda a rede é acionada.




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