quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Fé, devoção, missa e procissão marcam o Círio da Alepa


O Círio da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), foi celebrado na manhã desta quinta-feira (06/10). O evento - já tradicional no calendário do Parlamento paraense - começou com uma missa celebrada por Dom Theodoro. Participaram deputados e funcionários da Alepa que reuniram-se numa corrente de fé, louvores e adoração à Nossa Senhora de Nazaré na Catedral da Sé, em Belém.

Na pregação, Dom Teodoro falou de sabedoria para conduzir os trabalhos de quem dedica seu tempo para legislar em favor da população. o religioso afirmou que somente com fé e oração podemos alcançar nossos objetivos sabiamente. 

Após a missa, a imagem da santinha saiu em procissão pelas ruas da Cidade Velha , sendo conduzida por funcionários e parlamentares.  Por onde passava, Nossa Senhora levava emoção e fé aos paraenses.  Em frente ao Colégio Dom Mário, a imagem recebeu homenagens das crianças, que rezaram uma Ave Maria. 

Este ano, o manto da imagem de Nossa Senhora de Nazaré que participa da procissão da Alepa, foi confeccionado pelo estilista Maurício de Souza dos Santos, escolhido para fazer a peça pela terceira vez consecutiva. As vestimentas de rainha usadas pela padroeira do povo paraense foram pagas pelos deputados João Chamon e Dirceu Ten Caten.

VESTIMENTA OFICIAL - O manto é um dos mais famosos ícones do Círio das comemorações do Círio de Nazaré. Segundo a lenda do achado da Imagem da Virgem, ela já estava com um manto no momento em que foi encontrada pelo caboclo Plácido. A tradição foi mantida e, ao longo dos anos, foi ganhando vários outros. Em 1953, a imagem autêntica recebeu um manto bordado a ouro e pedras preciosas, além de receber a Coroa Pontifícia.

A confecção dos primeiros mantos é atribuída à irmã Alexandra, da Congregação das Filhas de Sant'Ana, do Colégio Gentil Bittencourt. Ela confeccionava o manto e o promesseiro doava o material. Foi assim até sua morte, em 1973. Depois disso, quem assumiu a missão foi a ex-aluna e ajudante, Esther Paes França, que fez 19 mantos. Daí em diante, vários católicos e estilistas famosos passaram a confeccionar os trajes oficiais que, todos os anos, vestem Nossa Senhora de Nazaré.

Fonte: Assembléia Legislativa
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