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Homem mata ex-esposa e comete suicídio

Dona Júlia foi brutalmente assassinada com várias facadas pelo corpo
Crime passional chocou população de alenquer. Um crime envolvendo um casal que aconteceu no último final de semana no município de Alenquer, Oeste do Pará, durante uma rotineira discussão chocou os moradores da cidade. A doméstica, conhecida como “Dona Júlia”, de 60 anos, foi assassinada dentro da residência de sua filha pelo ex-marido Joanes Nunes da Cruz.

O crime aconteceu dentro do Residencial Luiz Quezado Filgueiras, no bairro Independência, onde no momento da desavença, Joanes desferiu várias facadas na sua ex-companheira, entre elas, uma no rosto, outra na altura do abdômen e a derradeira que atingiu o coração da senhora.

No local, um parente do casal tentou conter o derramamento de sangue da anciã, enquanto esperava o atendimento médico.
A vítima ainda chegou a ser socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e conduzida para o Hospital Santo Antônio, mas não resistiu aos ferimentos e morreu minutos após ter sido atingida pelo ex-marido.

De acordo com o delegado titular de Alenquer, Dr. Herbert Farias Júnior, após o assassino ter consumado o crime na quadra 06, casa de número 06, se evadiu do local e, seguiu para a residência onde morava. Não agüentando o fato de viver sem o seu antigo amor tomou dois frascos de raticida, pegou a cartucheira e atirou no seu próprio peito, concluindo assim o crime considerado passional.

Mesmo não estando juntos há vários meses, Joanes sustentava a ex-esposa e, que por conta disso as visitas eram de rotina. Segundo os familiares da vítima, tudo o que aconteceu foi motivado pelo fato de Joanes não aceitar a separação, após 52 anos de casamento.

Joanes Nunes após cometer o crime se matou com tiro de espingarda
OUTRO CASO: Em dezembro do ano passado, uma mulher de 38 anos foi morta a facadas pelo ex-companheiro, de 39 anos, também no município de Alenquer. De acordo com a Polícia, o crime ocorreu dentro de um bar, localizado na orla da cidade. As suspeitas foram de crime passional. A vítima Zanadréa Pereira Brasil estava separada do acusado, Jean Frank Maurício de Sousa, há dez dias. Segundo a Polícia, Jean tentou reatar o relacionamento diversas vezes, pois não aceitava a separação. Após matar a ex-companheira, Jean se autolesionou com a arma do crime e foi internado no Hospital do Município. Ele foi autuado em flagrante pelo delegado Herbert Farias Júnior e indiciado por homicídio.

ESTUPROS CONTRA MENINAS AUMENTAM 80% EM SANTARÉM: O grande número de registros de violência sexual contra meninas na Delegacia de Proteção a Criança e Adolescente (DPCA) preocupa autoridades de segurança pública de Santarém, no Oeste do Pará. Uma estatística feita pela DPCA aponta que do dia 1º de janeiro deste ano até o inicio de julho foram registrados 96 procedimentos criminais, entre os quais 80% envolvendo abusos sexuais cometidos contra meninas. De acordo com a titular da DPCA, delegada Andrezza Alves, são 96 procedimentos investigativos e, que em sua maioria foram remetidos à Justiça e, que todos envolvem violência contra menores de idade, entre elas, abusos sexuais, maus tratos, abandono e lesão corporal. Ela reforça que a maioria dos casos se trata de crimes sexuais envolvendo meninas, em torno de 80%. .

A delegada Andrezza explana que o procedimento investigativo se inicia de várias formas, entre elas, por encaminhamento do Ministério Público Estadual (MPE); pelo Conselho Tutelar; pela demanda espontânea, onde o pai ou a mãe faz o encaminhamento ou um parente próximo da vitima. “Também através de profissionais da área de saúde, como enfermeiros e médicos que acabam atendendo algumas situações relacionadas a suspeita de violência sexual e nos encaminham”, afirma a Delegada, ressaltando que a denúncia pode ser feita também através do Disk 100, o qual se trata de um número nacional, da Presidência da República e, que por meio dele qualquer pessoa pode fazer o encaminhamento, inclusive de forma anônima.

CARACTERIZAÇÃO CRIMINAL: Em relação à faixa etária do menor no qual o ato sexual pode ser considerado crime, a delegada Andrezza Alves explica que cada caso é tratado de forma diferenciado. Em algumas situações, segundo ela, só se caracteriza crime se a vítima for menor de 14 anos. “No caso, se alguém mantiver relações sexuais com uma menina ou menino que esteja abaixo de 14 anos, é crime. Ainda que haja o consentimento do indivíduo é crime e o caso poderá ser levado à legislação penal”, avisa. De acordo com a delegada Andrezza Alves, se a adolescente for maior de 14 anos, o ato sexual consentido não é considerado crime. Ela destaca que o crime sexual não é apenas o estupro, mas existem outras formas de delito.

DPC Andrezza anuncia índice violento

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