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Perda auditiva também afeta jogadores de futebol


Perda auditiva também afeta jogadores de futebol, mas já não precisa tirar ninguém do jogo. Histórias de atletas e profissionais do esporte reforçam a importância do diagnóstico precoce e do uso da tecnologia auditiva para qualidade de vida e inclusão.

O comando de um treinador, o alerta de um companheiro de equipe ou até o apito do árbitro são elementos que fazem parte da dinâmica do futebol e exigem atenção constante dos jogadores. Em um esporte em que segundos podem definir uma partida, ouvir faz toda a diferença. 

Ao longo da história da Copa do Mundo, há registros de jogadores que conviveram com algum problema relacionado à audição ou a perda auditiva, estando entre eles: 

Bobby Robson: atuou como jogador da seleção inglesa nas Copas do Mundo de 1958 e 1962 e mais tarde tornou-se um dos treinadores mais respeitados do futebol mundial, comandando também a equipe do seu país nas Copas de 1986 e 1990 - sofria de surdez parcial em um dos ouvidos.  

Maarten Stekelenburg: ex-goleiro neerlandês, que integrou a Seleção dos Países Baixos nas Copas de 2006 e 2010 - sofre de perda auditiva no ouvido direito.

Nicolas Lombaerts: ex-zagueiro belga  que foi peça importante na Copa do Mundo de 2014 - sofreu perda auditiva neurossensorial profunda no ouvido esquerdo em decorrência de um problema de infância.

Entre os brasileiros, um dos relatos mais conhecido é o do jogador Allan Marques Loureiro, que atualmente atua como volante no Botafogo. O jogador que embora não tenha participado de nenhuma edição de Copa, já atuou pelas categorias de base e pela seleção principal entre 2018/19, realizou uma cirurgia nos dois ouvidos em 2014/15, para se curar de otosclerose, uma doença que provoca surdez progressiva. 

A discussão ganha relevância em um momento em que o futebol mobiliza a atenção de torcedores em todo o mundo e reforça valores como inclusão, superação e trabalho em equipe. E apesar de o tema ainda ser cercado de desconhecimento e até tabus, a boa notícia é que os avanços da tecnologia auditiva têm transformado esse cenário.

"Hoje existem recursos tecnológicos extremamente avançados que permitem que as pessoas, inclusive atletas de alto rendimento, consigam se comunicar melhor, tenham mais segurança em suas atividades diárias e mantenham um desempenho compatível com suas capacidades”, afirma Gisele Munhoes, Diretora de Marketing e Produtos Latam da WSA.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1,5 bilhão de pessoas vivem com algum grau de perda auditiva no mundo. Apesar dos números expressivos, especialistas destacam que o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, aliados às soluções tecnológicas disponíveis hoje, permitem que os usuários mantenham uma vida ativa e produtiva. 

Os dispositivos atuais contam com recursos capazes de melhorar significativamente a compreensão da fala, reduzir ruídos competitivos e proporcionar mais conforto em diferentes ambientes, inclusive em locais movimentados e com grande concentração de pessoas.

"O mais importante é entender que a perda auditiva tem tratamento, acompanhamento e soluções. Quando a pessoa recebe o suporte adequado, ela pode continuar estudando, trabalhando, praticando esportes e participando plenamente da vida em sociedade", ressalta Gisele.

Em um esporte que conecta pessoas de diferentes culturas e gerações, o futebol também pode ajudar a ampliar uma mensagem de inclusão: ouvir de forma diferente não significa participar menos. Com informação, acompanhamento e tecnologia, é possível continuar dentro de campo e da vida, com confiança e autonomia.

Sobre a WSA

A WSA é líder global em saúde auditiva, dedicada a ajudar milhões de pessoas a recuperar o prazer de ouvir por meio de tecnologia avançada, inovação contínua e mais de 140 anos de expertise. Desenvolve aparelhos auditivos reconhecidos pelo som natural, design inovador e soluções recarregáveis que transformam a experiência do usuário.

Seu portfólio reúne marcas globais como Signia, Widex, Audibel, Audio Service e Rexton, oferecendo soluções com alta performance, conforto e conectividade para diferentes perfis de perda auditiva.

No Brasil, a companhia atua por meio de uma ampla rede de varejo especializada, originada da aquisição da Comunicare, além de uma rede nacional de revendedores. Guiada pelo propósito de “desbloquear o potencial humano por meio do som”, a WSA amplia o acesso à saúde auditiva no país.

Fonte: Érica BritoPipah

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